Natacha Duarte leva a digressão «Sente» ao Norte do país
Dona de uma voz poderosa e envolvente, a cantora e autora Natacha Duarte leva a digressão «Sente» ao Norte do país, para dar a conhecer algumas músicas do primeiro disco, VOAR.
Depois de uma forte adesão aos primeiros concertos na Grande Lisboa e da passagem pela FNAC Coimbra, a artista tem atuações marcadas em dois palos FNAC do norte. Precisamente, NorteShopping (25 de julho) e Gaia (26 de julho), sempre às 17h00.
A digressão «Sente» antecipa o lançamento do álbum de estreia, VOAR, que chega às lojas a 24 de outubro. Nesta digressão, a cantora convida o público a conhecer, em primeira mão e de forma intimista, alguns dos temas que integram o disco.
Sobre o nome da digressão, «Sente», a cantora explica que «é o imperativo de sentir.». na prática, «a tour «Sente» é um convite diret para sentir, parar, e olhar para dentro.» Em suma, «resume tudo aquilo que eu quero que aconteça quando alguém me ouve.»
Durante o mês de julho, é com esta digressão que a artista inicia uma ligação mais estreita com o público. Até agora, nas redes sociais e nos concertos, a adesão tem sido massiva, com salas cheias e muito apoio.
Para quem marca presença nestes concertos, há a oferta de um marcador com uma frase especial, que vai dar acesso a uma surpresa exclusiva quando o álbum sair.

«VOAR», A BANDA SONORA DE UMA JORNADA DE CURA
«VOAR», o primeiro disco de Natacha Duarte, é um projeto autobiográfico que aborda questões como a saúde mental, e convida a olhar para dentro e «dar nome ao que dói». No fundo, o ponto de partida para ultrapassar emoções silenciadas.
Com este fio condutor, a artista guia-nos ao longo de oito temas musicais que ela própria escreveu. Designadamente, Voar, À Espera, Deixar Ir, Espaço Vazio, Traumas de Infância, Terapia, Abraço e, por fim, Brilho. Acima de tudo, para Natacha Duarte, a música tem o poder da cura, e é com espírito de missão que sobe ao palco.
Desde logo, a artista assume que canta para ter um impacto positivo em quem a ouve. Mais do que isso, pretende que, após estes concertos, «as pessoas saiam com menos peso.» Ou seja, «que saiam com a sensação de que não estão sozinhas naquilo que sentem. E que está na hora de dar nome às coisas e de falar sobre elas.»
Com base nas suas próprias vivências, a artista salienta que «A dor que não é nomeada tem muito mais poder do que a dor que é dita em voz alta. A essência é essa: abrir caminhos dentro das pessoas, fazê-las olhar para dentro, olharem-se ao espelho. E sentirem-se menos sozinhas.»





